Estudantes não gostam de aulas online?

Os cursos de inglês de maiores sucesso são aqueles com plano pedagógico bem definido, material de qualidade e as ferramentas adequadas para cada situação.

A sua oferta está à altura da demanda por um ensino moderno e de qualidade?

Em 2014 a British Council realizou uma pesquisa sobre o ensino de inglês no Brasil. O documento super abrangente trouxe dados muito valiosos que são usados como referência até hoje, 7 anos depois. De lá para cá muita coisa mudou, principalmente depois de 2020.

Enquanto algumas tendências apresentadas se acentuaram, outras foram revertidas completamente. Nesta pesquisa 45% das pessoas que pararam cursos de inglês no meio do caminho atribuiram a desistência a dois motivos principais:

1 - Não conseguiam estar presentes nas aulas;

2 - A escola/professor era longe da casa ou trabalho.

Outro dado interessante é que 37% das pessoas que desejavam começar um curso de inglês apontavam a ‘flexibilidade’ como principal fator na hora de escolher uma escola ou professor.

Fonte: Instituto de Pesquisa Data Popular. Elaborado pela British Council.


Uma análise dos problemas encontrados na época apontaria para uma solução: aulas online de inglês. Nesta mesma pesquisa vimos, porém, que 43% das pessoas que desejavam começar um curso de inglês não tinham nenhum interesse em aulas online. Aulas online são mais flexíveis, costumam ser mais baratas e anulam o problema da distância; por que então havia uma rejeição tão grande?


Cursos a distância em geral eram vistos como de má qualidade, muito por conta da dificuldade em reproduzir a mesma dinâmica das aulas presenciais e a falta de recursos adequados para o mundo digital. Portanto, para atrair estudantes para cursos online é preciso ir além dos benefícios logísticos; é necessário demonstrar a qualidade das ferramentas e métodos aplicados.


Os cursos de inglês de maiores sucesso são aqueles com plano pedagógico bem definido, material de qualidade e as ferramentas adequadas para cada situação, presencial ou online. Professoras e professores que têm dificuldade em captar estudantes online são os que caem no canto da sereia do material amador ou pirata. No momento em que estudantes são ‘forçados’ a migrarem para as salas de aula digitais, cabe às professoras e aos professores refletir sobre as ferramentas e o conteúdo que têm à disposição:

Como eles ajudam nos objetivos traçados?

Como eles promovem um feedback efetivo?

Como eles ampliam o ensino para além da sala de aula?

Como eles facilitam na colaboração entre estudantes?


Cursos online que pareciam rejeitados em 2014 passaram a ser a norma pós-2020. Por mais que os efeitos da pandemia não possam ser menosprezados, aulas online de inglês atendem necessidades que sempre estiveram presentes. A questão agora é saber se a sua oferta estará a altura da demanda por um ensino moderno e de qualidade.